Angular Engenharia
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Diagnóstico Operacional · 60 minutos · sem custo

A empresa cresceu.
O time cresceu.
O gargalo continua na sua mesa.

Uma conversa de 60 minutos com quem passa o dia dentro de operação parecida com a sua — para achar onde a sua está travando. Feita para empresas entre R$ 500 mil e R$ 5 milhões por mês.

Leva 3 minutos. Se no fim fizer sentido trabalhar junto, a gente explica como funciona. Se não fizer, você sai com o mapa do mesmo jeito.

// a conversa, em fatos
formato
60 minutos, por chamada de vídeo
com quem
o time da Angular
você leva
o gargalo nomeado
perfil
R$ 500 mil a R$ 5 mi/mês · 30 a 300 pessoas
custo
nenhum

A gente responde em até 1 hora útil.

// 01para quem é

Antes de você preencher qualquer coisa

A gente prefere dizer agora, não na conversa.

Faz sentido para você se
  • A empresa fatura entre R$ 500 mil e R$ 5 milhões por mês
  • São de 30 a 300 pessoas na operação
  • Existe alguém no time que consegue tocar execução
  • Você já tentou resolver isso antes e não saiu do papel
  • Você decide, ou decide junto com um sócio
×Não faz sentido se
  • A empresa está em fase de validação — o problema aqui é outro
  • O que você procura é alguém que faça no seu lugar
  • Não há ninguém do seu lado para executar. A gente diria não, e é melhor dizer agora
  • O critério principal de decisão é o menor preço
  • O que você precisa é de um desenvolvedor, não de um método
// 02os sintomas

Nenhuma dessas frases
é sua sozinha

São falas de fundadores e diretores em operação parecida com a sua. Se três delas soarem familiares, a conversa vale.

Estamos crescendo, mas a operação não acompanha.

A capacidade parou antes da receita.

Tem gente demais fazendo trabalho que deveria ser automático.

A folha cresce. O resultado, não.

Temos sistemas, mas eles não conversam.

E cada integração vira um projeto próprio.

A empresa depende demais de algumas pessoas.

Inclusive de você.

Passo mais tempo resolvendo problemas do que pensando estratégia.

É o sintoma mais caro, e é o único que não aparece em relatório nenhum.

Compramos ferramentas, mas os processos continuam lentos.

O problema não era a ferramenta.

// 03a pergunta dos 30 dias

Uma pergunta que quase
ninguém sabe responder

Não é retórica. É a única medida honesta de quanto da operação depende de uma pessoa só.

Você tira 30 dias de férias. Sem celular. O que acontece com a empresa?

A resposta fica na tela. Não pede seu e-mail.

escolha a resposta mais próxima

Nenhuma das respostas é errada. A diferença entre elas é só onde está o trabalho.

// 04o que já foi tentado

Você já tentou resolver isso.
Provavelmente mais de uma vez.

E de fora dá para ver por que nenhuma das tentativas pegou.

Contratar mais gente
Mais complexidade. O gargalo continua onde estava
Comprar software
A ferramenta entra. A adoção, não
Montar time interno
Em dois meses a rotina absorve o time
Contratar consultoria
Muito diagnóstico, pouca execução. Vira PDF
Testar IA
Resultado bonito na demonstração, pouco impacto na operação

Tem uma sexta coisa, que ninguém escreve em lugar nenhum: em todo grupo de CEO existe alguém dizendo que já implementou IA. Poucos detalham o resultado. A gente conversa com essas empresas toda semana, e a distância entre o que se conta na mesa e o que de fato roda na operação costuma ser grande.

Nada disso foi burrice. Foi o mesmo erro repetido com nomes diferentes: comprar a solução antes de saber onde o gargalo está.

O inimigo não é a IA. É a promessa fácil — vendida por quem não vai estar lá quando ela não se cumprir.

Você não vai fazer isso sozinho —
e não vai depender de nós pra sempre.

não sozinho

Alguém do seu lado, toda semana e no intervalo entre elas.

não pra sempre

O método fica instalado na empresa. Quem executa é o seu time.

// 05como funciona

Duas entregas.
É o produto inteiro.

Toda semana, e no intervalo entre elas.

entrega 01

A Semanal

Uma reunião por semana com o seu time, num ciclo de 12 semanas. É onde o método roda: a gente mede o que a operação faz hoje, decide o que vale mexer primeiro e acompanha a execução. Quem senta na reunião é quem executa — não só quem decide.

entrega 02

O Canal Aberto

Um canal direto entre as reuniões. Dúvida que trava a semana não espera a próxima terça. O compromisso é resposta em até 24 horas úteis; na prática costuma vir antes. A gente prefere prometer o piso.

O que acontece nas 12 semanas

  1. 01

    Medida

    Antes de mexer em qualquer coisa, a gente mede: quanto tempo cada processo consome, quantas vezes por mês ele roda, quantas pessoas encostam nele. Sai daí o Mapa de Gargalos — onde está o custo que a operação paga sem ver.

  2. 02

    Prumo

    Com o mapa na mesa, a decisão fica simples: o que muda primeiro, o que pode esperar e o que não vale a pena mexer. Boa parte das vezes a resposta é aqui não use IA — às vezes é uma regra de negócio mal definida, às vezes é um campo que ninguém preenche. A gente diz isso antes de vender o que funciona.

  3. 03

    Execução acompanhada

    O seu time executa, com a gente do lado toda semana e no canal entre elas. A cobrança faz parte do que você contratou: é o que os clientes citam primeiro quando explicam o que compraram.

// a imagem

O prático é o profissional que sobe a bordo para conduzir o navio na entrada do porto, na parte difícil do canal, e desce quando ela termina. Ele embarca com o navio em movimento: a operação não para para ele subir.

O comandante nunca deixa de comandar.

// 06o que fica

Quem executa é
o seu time

É a diferença que mais importa, e a mais fácil de verificar: pergunte a qualquer fornecedor o que sobra na sua empresa no dia em que o contrato acaba.

Escala compartilhada
O acompanhamento
Turma, conteúdo, comunidade
Quem põe a mão
Você, sozinho
O que sobra depois
O material
Quem executa por você
O acompanhamento
Um projeto, com prazo e escopo
Quem põe a mão
O fornecedor
O que sobra depois
A entrega — e a dependência
A gente
O acompanhamento
Uma reunião por semana, com o seu time
Quem põe a mão
O seu time, com a gente do lado
O que sobra depois
O método, rodando com gente sua

A gente não só aconselha: constrói. Mas constrói com o seu time, porque é ele que vai continuar depois que a gente sair.

// 07prova

O que a gente pode mostrar —
e o que não pode

onde o método nasceu

O método não nasceu numa sala de aula. Nasceu dentro de operações grandes — telecom, varejo e assistência 24 horas — onde processo mal desenhado custa dinheiro todo dia. O Tempômetro e o Mapa de Gargalos vieram de lá, e já mediam operação de milhares de atendimentos por mês antes de a Angular existir.

o ecossistema

A gente tem cinco empresas próprias no grupo. São o primeiro lugar onde qualquer coisa que a gente recomenda é testada. Quando a gente diz que uma automação não vale a pena, normalmente é porque já tentou.

empresas que já trabalharam com a gente
99DiDiGrupo SBFNikeCentauro

O que a gente não tem hoje

Um case publicado com número de antes e depois. O primeiro programa está fechando agora, e o número entra aqui quando existir e quando estiver medido. A gente prefere a página incompleta a um número que não dá para sustentar.

// 08quem conduz

Quem senta
com você

O método é do Rafael Cruvinel — vinte anos dentro de operação, medindo processo antes de mexer nele. Hoje ele é o autor do método, não o operador dele.

Quem conduz o seu programa é o time da Angular, treinado no mesmo método. Isso é desenho, não limitação: método com autor escala, consultor não. E significa que a sua semana não depende da agenda de uma pessoa só.

Rafael Cruvinel, autor do método da Angular Engenharia
Rafael Cruvinel · autor do método · Angular Engenharia
// 09o que acontece na hora

Os 60 minutos,
publicados.

A gente não abre a conversa falando da Angular. Abre falando da sua operação — e esta é a agenda inteira, do primeiro ao último minuto. Ela está aqui para você poder cobrar: se a gente sair dela, interrompa.

00055 min

O combinado

A gente diz o que vai acontecer nesta hora, e o que não vai.

052015 min

A sua operação

A gente pergunta, você conta. Nada além do que você já sabe de cabeça — não tem planilha para preparar, não tem dado para levantar antes.

203212 min

A devolutiva

A gente nomeia o gargalo em voz alta, com número quando houver número, e a ordem em que mexeria. Esta é a entrega da hora, e ela acontece independentemente do que vier depois.

a entrega da hora
daqui pra baixo é opcional
324715 min

Como a gente trabalha

Só acontece se, no minuto 32, você quiser ouvir. Se não quiser, a conversa encerra aqui — e você sai com o gargalo nomeado do mesmo jeito.

476013 min

O próximo passo

Com data marcada, se houver. Sem pressa fabricada e sem contagem regressiva.

32

dos 60 minutos são só sobre a sua operação. Antes do minuto 32 não tem produto, não tem preço e não tem apresentação.

Se não fizer sentido trabalhar junto, a gente diz — e você sai com o gargalo nomeado do mesmo jeito. Não é gentileza: boa parte de quem chega até a gente veio por indicação de alguém que ouviu um não.

// 10perguntas que a gente ouve

O que a gente
sempre escuta antes

Vamos ficar dependentes de vocês?

É metade da promessa, e é a metade que a gente escreve primeiro: você não vai depender da gente pra sempre. Quem executa é o seu time; a gente conduz o método. Quando o ciclo termina, o que fica na empresa é gente que sabe fazer — não um contrato de manutenção.

Não quero mais um projeto que não sai do papel.

Legítimo, e é exatamente por isso que a cadência é semanal. Não existe entrega que dependa de a gente voltar daqui a três meses: o que foi combinado numa semana é cobrado na seguinte. A cobrança é parte do que você está contratando — os clientes citam ela espontaneamente quando explicam o que compraram.

Meu time vai aderir?

O time participa desde a primeira semana, porque é ele quem executa. Adesão costuma travar quando o método chega pronto de fora e alguém precisa cumprir. Aqui o time ajuda a desenhar — e é bem mais fácil defender uma decisão de que você participou.

Vocês entendem minha operação, ou só tecnologia?

A gente começa medindo a sua operação, não apresentando tecnologia. E boa parte das vezes a resposta do diagnóstico é que ali não se usa IA: às vezes é uma regra de negócio mal definida, às vezes é um campo que ninguém preenche. Colocar tecnologia em cima disso é caro e não resolve nada.

E a LGPD? Tenho receio de colocar dados da empresa em IA.

Governança e uso responsável fazem parte do método desde a primeira medida: a gente indica onde a IA pode operar com segurança jurídica e onde ela não deve entrar. Receio de risco é sinal de maturidade, não de atraso.

Qual o ROI real?

A gente não promete percentual. O que a gente faz antes de qualquer promessa é traduzir a sua operação em horas e em frequência: quanto tempo cada processo consome e quantas vezes ele roda por mês. Esse número é seu, medido na sua casa. Sem ele, qualquer ROI que a gente dissesse seria chute com cara de planilha.

Temos prioridades mais urgentes agora.

Também legítimo. Se ainda assim valer a conversa, a gente marca. Se não valer, a gente pergunta o que precisaria acontecer para isso virar prioridade e combina uma data para retomar. A gente não vai inventar prazo para apressar você.

Quanto custa?

O investimento é apresentado na conversa, depois que o gargalo estiver nomeado — porque o número só significa alguma coisa depois disso. O que dá para adiantar: é um programa de consultoria, não uma assinatura de ferramenta, e não é o mais barato do mercado. Se o critério principal for preço, provavelmente a gente não é a escolha certa.

E se eu não souber responder às perguntas?

É o normal. Ninguém tem o próprio processo na ponta da língua, e "não sei" é a resposta mais comum que a gente escuta. Ela também é informação: o ponto que ninguém sabe medir costuma ser exatamente o gargalo.

Vocês são pequenos demais para nós.

A gente é uma equipe pequena que atende de perto, e isso é desenho, não estágio. O time que conduz o seu programa já operou dentro de empresas de porte grande — o método vem de lá. O que a gente não faz é atender centenas de empresas ao mesmo tempo: é o que permite ter uma reunião por semana com nome e sobrenome.

O que acontece com os meus dados?

Ficam com a gente, servem para preparar a conversa e nada mais. Sem lista, sem sequência de e-mails, sem repasse. Se a conversa não virar trabalho junto, a gente não fica te procurando.

E se eu não for o perfil?

A gente diz na hora, e você sai com o mapa do mesmo jeito. Não vale a pena para ninguém começar um programa que não tem como dar certo.

// 11próximo passo

Você não vai fazer isso sozinho —
e não vai depender de nós pra sempre.

O primeiro passo é uma conversa de 60 minutos. Você sai dela com o gargalo nomeado — trabalhando com a gente ou não.

Três minutos para preencher. Nosso time responde em até 1 hora útil.

// 12a aplicação